Por Saulo Alves de Oliveira
As palavras a seguir foram proferidas pelo líder político de muitos evangélicos,
os quais ainda o apoiam e o consideram uma criatura do bem: "Espero que o
mandato dela acabe hoje, infartada ou com câncer, ou de qualquer maneira”,
referindo-se à Dilma Rousseff. São palavras que têm uma identificação profunda
com os ensinamentos daquele a quem os evangélicos dizem seguir e o denominam
como seu Mestre e Senhor. Ou eu estou enganado?
Neste momento, só um há caminho para o "imorrível", ou seria o
"imbrochável?”: pedir perdão ao Brasil por todo o mal que desejou e por
todas as maldades que fez contra o povo brasileiro. Lembram quando ele, sem a
menor empatia em relação ao sofrimento do ser humano, imitava pessoas morrendo
sem ar durante a pandemia? Lembram quando dizia "Eu não sou coveiro?" ou
"Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?"
Sinto dizer, se você acha tudo isso normal, é porque você foi feito do
mesmo barro usado para moldar o "fake mito".
Não desejo que ele morra,
sabe por quê? Porque aprendi que não devo pagar o mal com o mal. Espero que ele
viva, na prisão, evidentemente, sofrendo as consequências dos seus crimes, não
só pela tentativa de golpe, mas por todos os outros, inclusive por grande parte
das mortes na pandemia.